Não são heróis de banda desenhada, mas podem-se converter nos heróis dos sites de muitas marcas.
Algumas já se deixaram seduzir pela criação destas personagens virtuais com “vida” para estabelecerem empáticas relações com os utilizadores e emprestarem um toque “humano” à relação digital. Os avatares animados servem de guia aos consumidores, apresentam-lhes produtos, respondem a questões e prestam-se à interacção, com voz própria, expressão, tiques e personalidade.
Para além da sua mais imediata função de “helpdesk”, podem servir múltiplos propósitos de marketing e comunicação. Segundo algumas notícias veiculadas, aumentam as vendas nos sites, e a mais recente tendência refere a utilização destas “pessoas” virtuais por parte de agências e departamentos de recursos humanos.
Tudo, porque os avatares não falham quando a tarefa é a de responder a questões que não admitem subjectividade nem falha humana. No caso das agências de recrutamento, sublinham-se as respostas que se prendem com questões legais laborais.
Os avatares economizam tempo aos funcionários das empresas, libertando-os para as tarefas mais estratégicas, “trabalham” 24 horas por dia, estão sempre acessíveis, sempre presentes e se a selecção de um candidato para uma empresa tem em conta o papel que se pretende que este venha a desempenhar, os avatares podem, por sua vez, ser milimetricamente “fabricados” para corresponderem às suas funções e exibirem, à imagem de um modelo de um anúncio publicitário, as características e a personalidade que melhor reflectem a marca.
E a facilidade de se criarem avatares a partir de fotografias de pessoas reais, permite, a qualquer marca, ter, no seu site, uma celebridade na voz e corpo de uma “persona” virtual.



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